Este livro é fruto da inquietação da autora com a percepção poética infantil e de sua crença no inatismo poético do ser humano, promovendo um fecundo e reflexivo diálogo entre a teoria e as leituras de textos literários infantis.
freinet

“Não poderia deixar de vibrar com sua reafirmação da natureza mito-poética do sujeito-homem. Nada me poderia ser mais grato que dar-de-cara com sua defesa do inatismo poético por todos nós. Estou cada vez mais feliz por ver ratificada a certeza que tenho defendido; esta: é possível ser belo sendo sério. Seu ensaio se tece na beleza do discurso que, poeticamente, diz o poético. Você não escorrega nem para a chatice do discurso acadêmico, nem para o embalo alienante do leitor lambuzado na pieguice açucarada da fala bonita. Lindíssima sua expressão escrita.”

Francisca Nóbrega