Te Conto que me Contaram

O resgate do eco milenar do contador de histórias, provoca o imaginário do leitor. A autora dedica esta histórias a dois grandes contadores: Fernando Lebeis e Maurício Fruet. O primeiro, marcou preciosa presença no Programa Nacional de Leitura – PROLER – e o segundo relevou o caráter lúdico,conciliador e humano do político.
As ilustrações de Fernando Cardoso completam a poesia desta história que nunca termina de se contar.

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Os Números Primos e seus Sobrinhos

Nesta história de números e de letras, a autora dá as pistas para o leitor descobrir a natureza lúdica da matemática. Com delicadeza e inventividade, quebra a rigidez do muro que separa o mundo dos números do mundo da palavra e nos apresenta Único, personagem rodeado de filosofia de vida, de poesia e de liberdade criativa, que convida o leitor para conhecer seus inúmeros “parentes” e entender que o universo da matemática pode ser bem divertido.

capa OS NUMEROS

Editora Edelbra

Ilustradora Martina Shreiner

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Resenha do livro Os Números Primos e seus Sobrinhos, da escritora Gloria Kirinus, publicado por Nic Cardeal para a revista Ser Mulher Arte, em 27 maio 2020:

Quem são os Sobrinhos dos Primos?

por Nic Cardeal

É bem provável que você já tenha ouvido falar dos números primos! Você sabia que eles também têm sobrinhos? E você sabia que a tal da ‘dona Matemática’ não é nenhum bicho de sete cabeças? Nem de seis, cinco ou quatro! A ‘dona Matemática’ é uma velha conhecida lá das épocas mais antigas e, que eu sei, ela tem uma única cabeça, na verdade é bem dotada de inteligência essa tal de Matemática!

Pois bem! Eu soube disso quando li OS NÚMEROS PRIMOS E SEUS SOBRINHOS (Porto Alegre, RS: EDELBRA, 2016), um livro infantojuvenil escrito por GLORIA KIRINUS, e muito bem ilustrado por Martina Schreiner, que conta, de forma divertidamente inusitada e lúdica, a história dos números primos e, é claro, seus sobrinhos!

Auroras e madrugadas

Quando as manhãs acordam trazem presentes a tiracolo. Ganhamos aquarelas, aromas, sabores, cantos, mimos que nunca encomendamos.
O próprio amanhecer é um presente. E você, leitor, nosso convidado para amar este livro desde a primeira hora do dia. Propomos um passeio pelos poemas que resgatam a Aurora da mitologia grega, o sol da manhã da cultura guarani e a saudação dos milenares peruanos.
Acompanhem nossas madrugadas pelo cotidiano urbano e rural, com todas suas dádivas, deleites e singularidades dos nascimentos. Bom dia, bom dia, bom dia!

Auroras capa alta

Editora: Inverso.
Ilustradora: Ana Paula Pereira.

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Aranha Castanha e outras tramas

Em uma sequência de crônicas e contos tipicamente contemporâneos, a autora passeia pelas mais diversas temáticas – desde as descobertas da Filosofia e da Matemática até os “fundamentos” do futebol, convidando o leitor a criar e refletir sobre passagens comuns da vida… Inspirada pela ideia da teia, que conecta a tudo e a todos, Aranha Castanha parece uma grande brincadeira com as palavras e o cotidiano, despertando a curiosidade nas vivências das narrativas em primeira pessoa ou em personagens que soam como convidados de um grande happy hour das letras.

principal

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Entre Dezembro e Janeiro

De dezembro a janeiro a vida escorre entre verdes e concretos, entre o cotidiano e a poesia. Mas o poeta é aquele que mora nas frestas e colhe com as mãos a dor e a festa.

“ O menino da platéia pergunta no final do espetáculo: Posso morar aqui? “

Gloria Kirinus, poeta em tempo integral, nos leva pelas mãos, pelos vãos do dia a dia, nos presenteia com  um olhar agudo sobre todas as coisas leves e pesadas, que o poema é amassado  com cada grão de cada hora, minuto, segundo, de dezembro a janeiro.

E também perguntamos: Gloria, podemos morar aqui?

Roseana Murray, Saquarema, outubro-quase-novembro-quase-dezembro de 2013

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O galo cantou por engano

A poesia envolve o inusitado do cotidiano. Um eclipse de sol abre cortinas para o jogo,para o humor e para o olhar que confunde até um galo que canta, cocoricando alto,outro bom-dia, no mesmo dia, digo, na mesma noite, nem sabemos mais o que era… Um conto poético e encantador, “declamadopela escritora peruana,naturalizada brasileira, Gloria Kirinus e “desenhado” pela ilustradora Cris Eich.

 

Capa Galo

Leia Resenha no site Dobras da Leitura

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Formigarra, Cigamiga

Num criativo jogo de palavras, este texto poético reinterpreta a fábula da “formiga trabalhadeira” e da “cigarra festeira”. Leitores de qualquer idade apreciarão conhecer uma formiga que foi “invadida pelo canto da cigarra” e uma cigarra que “é também pipoqueira”. A qualidade do texto se revela também na riqueza das ilustrações, na ousadia e criatividade do projeto gráfico.

formigarra  cigamiga

Ouça a música tema do livro:

Crédito da música do Formigarra/ Cigamiga: Roslete Aviz de Souza

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